S urge depois da estrada curvilínea.
É quase pobre.
Não longe o Paiva corre, indiferente;
o argênteo caudal colmata o seu soluço
nas sombras que das árvores se despenham.
Prossigo a marcha pelo ínvio caminho.
Alguém espreita pelas frestas do vento;
a criança, guardiã eleita da morada,
surge dos campos próximos onde se labuta.
Traz a chave consigo.
Sorri umas palavras inaudíveis,
e a sua face tímida, iluminada,
transporta a harmonia que eu persigo,
para sempre velada e fugidia.
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