Salgada, húmida e não tolerante perante o que em si sente.
Vem como trovoada inesperada;
como dia de céu límpido onde o sol é rei.
Solta-se e aparece enquanto padece entre si apenas,
pois ela, não sabe porque vem, mas, vem.
Enaltecida por um "what could have been",
escorre. Escorre-lhe face abaixo;
descaracterizando as microscópicas escamas,
que lhe dão forma aos contornos da face.
É ela.
É felicidade e tristeza, mas acima de tudo, é;
o amor que a carpideira não sente quando a solta.
Sem comentários:
Enviar um comentário