Entre o choro das perdidas lágrimas que por a face abaixo não lhe escorrem, uma enorme revolta prossegue dentro de veias capilares que pertencem a um corpo moribundo.
Deambulo perdido entre canais de alcatrão que quão negro ele pode ser entre todas as fantásticas cores que o circunda, quão quente, nu, viril, aberto, sincero, humilde, sólido e abrasivo onde ele subtrai quilómetros de despojos não funcionais.
Durante 63 dias esta estrada foi percorrida, num balancear de rectas extensas, outras curtas, íngremes subidas, curvas apertadas, contra-curvas, descidas vertiginosas e até mesmo de...
"Eu quero estar lá
Quando tu tiveres de olhar para trás.
Sempre quero ouvir
Aquilo que guardaste para dizer no fim.
Eu não te posso dar
Aquilo que nunca tive de ti,
Mas não te vou negar a visita às ruínas que deixaste em mim.
Se o nosso amor é um combate
Então que ganhe a melhor parte.
O chão que pisas sou eu.
O nosso amor morreu quem o matou fui eu.
O chão que pisas sou eu."
Amor Combate por Linda Martini
...colisões evitadas a seu tempo as quais milagrosamente lhe poderam permitir a vida.
Calor assolou a perdida desidratação permissiva, onde sem licensa lhe reclamou da mesma forma que lhe tinha sido oferecida.
Por que lhe foi dado, porque ele pediu, porque se permitiu, porque ele tinha sido violado por quem não tinha compaixão, por quem tinha uma visão não equitiva.
Por quem não soube lidar consigo próprio, por quem impôs, tanto impôs, condicionou, ofereceu, prometeu.
Enfadado ou agastado. Nada mais.
Uma das minhas músicas preferidas de Linda Martini :)
ResponderEliminarBeijo.
Espero-te bem!
Qual estiolado não pode gostar desta leve melodia?
ResponderEliminarEu sou estiolado. Eu gosto. No futuro deixarei de o ser ;)
Haverei de estar. Um dia haverei.