Tatuado por lâminas, teu nome reluz na minha alma. O sangue que escorreu durante é jusante.
Embate no paredão, salpica com violência os fragmentos de amor que na incandescência da tua essência, carecem.
As marcas, fomentadas pela dor criam em melancolia uma, simbiótica coexistência de ódio e amor. A importância que lhe damos, é igual ao nada que nunca tivemos.
Plo fundo da fossa, nos despojos imensos da lama entrincheirada, no teu segmentado cabelo, nesse fragmentado sorriso, escondo o orgulho do terror que apavora a nossa existência na fluência da vossa permanência.
O alegorismo do frete é como a imponência do fausto.
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